Conheças os Sócios
     
  A Agência Agnus Dei foi fundada a 1 de Setembro de 2001, por Rui Almeida e João Antunes com funcionários oriundos de agências do ramo funerário do concelho de Cascais que uniram os seus conhecimentos de forma a inovar e dar uma nova imagem dos serviços fúnebres, dos quais se salienta a inovação do serviço de café - hoje já seguida por outras agências, mesmo as mais antigas - dignificando o ramo funerário e tornando o serviço mais personalizado e familiar em tão doloroso momento.
De salientar o apoio completo na resolução dos problemas burocráticos, tais como subsídios de funeral, pensões de viuvez, arranjos de campas, entre outros.
Para além dos funerais, tratamos de cremações, trasladações de e para todo o país e estrangeiro, exumações, flores e serviço de canteiro. A equipa hoje é constituída pelos seus sócios: Rui Almeida e Nuno Silva, e por um conjunto de colaboradores da qual salientamos António Rocha, Paulo Sardinha, Ricardo Reis, Carlos Borges (Petraca), Luís Silva entr outros.

Cordeiro de Deus ou em latim, Agnus Dei, é uma expressão utilizada pela religião cristã para se referir a Jesus Cristo, identificado como o salvador da humanidade, ao ter sido sacrificado em resgate pelo pecado original. Na arte e na simbologia icónica cristã, é frequentemente representado por com um cordeiro com uma cruz. A expressão aparece no Novo Testamento, principalmente no Evangelho de João, onde João Baptista diz de Jesus: "Eis o Cordeiro de Deus, Aquele que tira o pecado do mundo" (João 1:29).
O Cordeiro de Deus sobre o Livro dos Sete Selos, obra de Johann Heinrich Rohr, em torno de 1775. Os hebreus tinham o costume de matar um cordeiro em sacrifício a Deus, para remissão dos pecados. O sacrifício de animais (ou mesmo de pessoas) era frequente entre vários grupos étnicos, em várias partes do mundo. Na Bíblia é referido, por exemplo, o caso de Abraão que, para provar a sua fé em Deus teria de sacrificar o seu único filho, imolando-o e queimando-o numa pira de lenha, como era costume para os sacrifícios de animais - o relato bíblico refere, contudo, que Deus não permitiu tal execução. A morte de Jesus Cristo, considerado pelos cristãos como filho unigénito de Deus, tornaria estes sacrifícios desnecessários, já que sendo considerado perfeito, não tendo pecado e tendo nascido de uma virgem por graça do Espírito Santo, semelhante a Adão antes do pecado original, seria o sacrifício supremo, interpretado como o maior acto de amor de Deus para com a humanidade. A interpretação desta expressão varia, contudo, consoante as doutrinas.

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